quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Santo Eleutério, Papa, 20 de Fevereiro



Papa Santo Eleutério


O nome “Eleutério” (do grego “Ελεύθερος / Ελευθέριος”) significa “libertador”. Ao viver inteiramente para Cristo, Eleutério conseguiu ser instrumento de libertação dos erros e pecados para muitos. Ele nasceu em Nicópolis (do grego “Νικόπολις, “Cidade da Vitória”), Épiro - Grécia.

 

São Eleutério foi o décimo terceiro Papa da Igreja Cristã, entre 175 e 189. Ele sucedeu São Sotero como representante de Cristo na Terra e, ao fim de sua jornada terrena, foi sucedido pelo Papa Vítor I.

 

O seu pontificado foi inicialmente pacífico, pois o imperador Cômodo, embora odiado pela aristocracia romana, não perseguiu os cristãos. Segundo a tradição, Eleutério recebeu cartas de Lúcio, rei de uma parte da Bretanha, pedindo o envio de missionários para instruí-lo na fé cristã.

 

Eleutério atendeu ao pedido iniciando, assim, a obra de evangelização, enviando os padres São Damião e São Fugácio para batizarem o rei Lúcio, sua rainha e grande parte da população da Bretanha. Esta história merece o ceticismo dos historiadores, pois não é respaldada por relatos concretos.

 

Eleutério resolveu a questão de origem judaica sobre a distinção entre alimentos puros e impuros, libertando os cristãos das restrições alimentares. O seu pontificado foi marcado pela luta contra a *doutrina montanista, considerada excessiva, e pelo estabelecimento do costume de considerar o Papa como Sucessor de Pedro. Eleutério estabeleceu, ainda, as primeiras normas para a celebração da Páscoa.  



*doutrina montanista: Montanismo é um movimento cristão do segundo século fundado por Montano. Os montanistas declaravam-se possuídos pelo Espírito Santo e, por isso, profetizavam. Segundo estas profecias, uma outra era cristã se iniciava com a chegada da nova revelação concedida a eles.

 

Esse movimento surgiu na Frígia (Ásia Menor Romana, hoje Turquia), pelos anos 170 d.C. Havia duas mulheres, Priscila e Maximila, que eram as porta-vozes proféticas de Montano que dizia que o Espírito Santo falava através delas.

 

Fez muitas predições proféticas enganosas, pois jamais foram cumpridas, como a de que a aldeia de Pepuza, na Frígia, seria a Nova Jerusalém. Proibia certos alimentos, exigia jejuns prolongados e não permitia o casamento de viúvas, como também negava o perdão de pecados graves ao novo convertido, mesmo após o batismo (com confissão e arrependimento).

 

Montano queria fundar uma nova ordem e reivindicar seu movimento como sendo um movimento especial na história da salvação. O principal motivo de Montano era lutar contra a paralisia e o intelectualismo estéril da maioria das igrejas organizadas na época. Infelizmente, ele também caiu em extremos enganosos.

 

Esse movimento foi condenado várias vezes por vários sínodos de bispos, tanto na Ásia Menor como em outros lugares.

 

A Igreja montanista se espalhou pela Ásia Menor, chegou a Roma e ao norte da África. Seu adepto mais famoso foi, sem dúvida, Tertuliano - o maior teólogo de então.



Fontes:


http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Eleutério


http://pt.wikipedia.org/wiki/Montanismo


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/0d/Eleutherius.jpg

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

São Gabino da Dalmácia, Presbítero e Mártir, 19 de Fevereiro



"São Gabino, Sacerdote e Mártir", gravura
Jacques Callot, por volta de 1630
Mackelvie Trust Collection, Auckland Art Gallery


Gabino nasceu na Dalmácia, atual Bósnia, numa família da nobreza romana cristã, radicada naquele território. Na idade adulta, ele foi viver em Roma com a intenção de se aproximar da Igreja, mesmo sabendo dos sérios riscos que correria. Nesta cidade, ele se tornou senador e se casou. 

 Com a morte da esposa, Gabino decidiu ser padre. Transformou sua casa numa igreja, consagrou a jovem filha, Suzana, a Cristo, e educou-a com a ajuda do irmão Caio, que já era sacerdote. Juntos, eles exerciam o apostolado em paz, convertendo pagãos, ministrando a comunhão e celebrando a santa Missa, enfim, fortificando a Igreja neste período de trégua das perseguições.

Segundo os registros encontrados, a família de Gabino tinha parentesco com o imperador Diocleciano. Assim, quando o soberano desejou ter a filha de Gabino, Suzana, como nora, não conseguiu. Enviou até mesmo um emissário para convencer a jovem, mas esta não cedeu, decidida a  manter-se fiel a Cristo, sendo apoiada pelo pai e o tio, Caio, que fora eleito Papa em 283. 

O imperador ficou mais irritado do que já estava, devido às tensões que circundavam o Império Romano, em franca decadência. Decretou a perseguição mais severa registrada na História do Cristianismo, sendo apontado como causador de todos os males. O parentesco com o soberano de nada serviu a Gabino, pois o final foi trágico para ele e todos os seus.

Verificamos pelos registros encontrados que, no início desta perseguição, o padre Gabino não mediu esforços para consolar e amparar os cristãos escondidos. Enfrentou com serenidade o perigo, andando quilômetros e quilômetros a pé, indo de casa em casa, de templo em templo, animando e preparando os fiéis cristãos para o terrível sacrifício que os aguardava. Montanhas, vales, rios, florestas, nada o impedia nesta caminhada para animar os aflitos. Foram várias as Missas rezadas por ele em catacumbas ou cavernas secretas, onde ministrava a comunhão aos que seriam martirizados. Finalmente foi preso, junto com a filha, que também foi sacrificada.

Gabino foi torturado, julgado e, como não renegou a fé em Cristo, foi condenado à morte por decapitação. Antes da execução, mantiveram-no preso numa minúscula cela sem luz, onde passou fome, sede e frio durante seis meses. Foi degolado em 19 de fevereiro de 296, em Roma.



São Gabino não foi um simples padre, mas sim um marco da fé e um símbolo do cristianismo. No Século V, sua antiga casa, que havia sido uma igreja secreta, tornou-se uma grande basílica. Em 738, seu culto foi confirmado durante a cerimônia de traslado das suas relíquias para a cripta que fica no altar principal desta basílica, onde repousam ao lado das de sua santa filha, Suzana.



No Século XV, a basílica foi inteiramente reformada pelo grande artista e arquiteto Bernini, sendo considerada atualmente uma das mais belas existentes na cidade do Vaticano. A sua festa litúrgica ocorre no dia de sua morte.

 

 

Fontes:


http://alexandrinabalasar.free.fr/gabino_da_dalmacia.htm

 

http://collection.aucklandartgallery.govt.nz/collection/results.do;jsessionid=EB81E2EA6EA7719E977BC9A5C01EAD36?view=detail&db=object&id=10042

 

http://www.flickr.com/photos/seminario/1455530275/in/set-72157602192958972/

 

http://static.panoramio.com/photos/original/7842908.jpg

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

São Teotônio de Coimbra, Abade, Fundador / Santa Bernadette Soubirous, Vidente de Lourdes, 18 de Fevereiro

Teotônio nasceu em 1082, na aldeia de Tartinhade, em Ganfei, próxima a Valença do Minho, Portugal. Na infância estudou no mosteiro beneditino de Ganfei.


Aos dez anos, mostrando inclinação religiosa, foi entregue ao tio, bispo de Coimbra, que assumiu sua educação. Na capital, o bispo o colocou no colégio anexo à sua Catedral, designando o Diretor, Padre Telo, para orientador espiritual do sobrinho. Teotônio formou-se em Teologia e Filosofia. Quando seu tio morreu, Padre Telo enviou-o aos cuidados de um outro tio, que era o Prior do mosteiro em Viseu, para completar sua formação eclesiástica.


Em Viseu, ele ordenou-se sacerdote e sucedeu seu tio como Prior do mosteiro, em 1112. Teotônio fez, então, sua primeira peregrinação a Jerusalém e, ao voltar, recusou-se a ser bispo de Viseu. Preferiu continuar sendo um simples missionário, voltando à Terra Santa, onde pretendia ficar. Entretanto Padre Telo, seu antigo orientador, mandou chamá-lo, porque precisava de sua ajuda para criar uma comunidade religiosa, sendo prontamente atendido.


Assim, Teotnio foi o co-fundador, junto com onze religiosos, e primeiro Superior, do mosteiro da Santa Cruz de Coimbra, sede da nova Ordem, criada em 1131 sob a Regra de Santo Agostinho. Todos os fundadores receberam o hábito agostiniano. Depois, pediram ao Papa Inocêncio II que tomasse sob sua proteção o mosteiro da Santa Cruz de Coimbra. Ele aceitou o pedido através Bula Desiderium quod, de 26 de maio de 1135.


Sua atuação foi marcada por uma dinâmica missionária relevante durante a reconquista cristã no território português. Cedo compreendeu que as nações não se forjam nos campos de batalhas, mas nas escolas de formação de sua juventude. Era um missionário notável e um homem de visão moderna para o seu tempo. Foi conselheiro espiritual do rei Afonso Henrique, que o estimava e muito auxiliou a Ordem. Manteve contatos amistosos com personagens importantes do seu tempo, como São Bernardo.


Aos setenta anos, Teotônio renunciou ao cargo de Prior, voltando a ser um simples religioso. Um ano depois, o Papa Anastásio IV quis consagrá-lo bispo de Coimbra, mas ele recusou, consagrando seus últimos anos à oração. Morreu em 18 de fevereiro de 1162. Um ano depois, no aniversário de sua morte, o Papa Alexandre III o canonizou. Seu corpo repousa numa capela da igreja do mosteiro que fundou. 


São Teotônio tornou-se o primeiro santo da nação portuguesa, sendo celebrado pela Igreja como o reformador da vida religiosa em Portugal. O seu, culto celebrado no dia 18 de fevereiro, foi difundido pelos agostinianos espalhados pelo mundo todo. Em 1602, foi proclamado Padroeiro da cidade e diocese de Viseu.

 


Santa Bernadette Soubirous, Vidente de Lourdes


 

(1844-1879)

Esta data foi escolhida porque, em 18 de fevereiro de 1858, a Virgem Maria disse a Bernadette: "Eu não lhe prometo fazê-la feliz neste mundo, mas sim no outro." Bernadette estava, então, com 14 anos quando viu pela primeira vez a Santíssima Virgem. 


Filha mais velha de uma família de moleiros que, com o advento dos moinhos a vapor, será lançada na mais extrema pobreza, Bernadette Soubirous é acolhida, em Janeiro de 1858, no "Hospice" (Pensionato) de Lourdes, dirigido pelas Irmãs da Caridade de Nevers, onde aprende a ler e a escrever, a fim de se preparar para a sua Primeira Comunhão.


Em fevereiro de 1858, enquanto catava lenha com duas outras meninas, a Virgem Maria lhe apareceu na gruta do rochedo de Massabielle, perto de Lourdes. Ocorreram dezoito aparições entre fevereiro e julho daquele ano. Encarregada de transmitir a mensagem da Virgem Maria, e não de se fazer acreditar, Bernadette resistiu às inúmeras acusações que sofreu da parte de seus contemporâneos.


Em julho de 1866, enquanto Lourdes se tornava o maior centro de curas milagrosas que começavam a ocorrer na gruta onde Bernadette dizia ter visto a Virgem Maria, a vidente decidiu refugiar-se da curiosidade geral na escola das Irmãs da Caridade (Irmãs de São Vicente), em Saint-Gildard, Nevers, onde ficava a Casa-Mãe da Congregação. Lá, ela conseguiu realizar seu desejo de abraçar a vida religiosa, entrando para a citada congregação.  


Completado o noviciado, tomou o hábito de freira no mesmo convento de São Gildard, em 1866, com o nome de Irmã Maria Bernarda, e dedicou-se à enfermagem, até que ficou muito doente. Lá ela levou uma vida simples e escondida. Mesmo enferma, ela cumpria com amor todas as tarefas que lhe eram confiadas. Bernadette morreu em 16 de abril de 1879, aos 35 anos de idade.


Ela foi beatificada em 14 de junho de 1925 e, depois, canonizada em 8 de dezembro de 1933. Seu corpo, encontrado intacto, repousa desde 1925 num esquife de vidro na Capela. Todos os anos, milhares de peregrinos e visitantes do mundo inteiro vão a Nevers para acolher a mensagem de Bernadette. 



Fontes:


http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=FR&module=saintfeast&localdate=20090218&id=13349&fd=0


http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT&module=saintfeast&localdate=20090218&id=10306&fd=0


http://alexandrinabalasar.free.fr/teotonio_de_coimbra.htm


http://www.evangelhoquotidiano.org/zoom_img.php?frame=41336&language=PT&img=&sz=full


http://www.evangelhoquotidiano.org/zoom_img.php?frame=30893&language=FR&img=&sz=full

Sete Santos Fundadores, 17 de Fevereiro



Nos Séculos XII e XIII, começou a surgir, na Europa, uma burguesia que vivia totalmente contra o Evangelho causando, assim, um grande mal à sociedade. Como resposta de Deus foram surgindo, na Igreja, grupos como os fundadores que celebramos hoje, seguidores de São Francisco de Assis, São Domingos e outros que, numa observância radical ao Evangelho, edificavam a Igreja e o mundo.

Tudo começou quando, em 15 de agosto de 1233, um grupo de poetas da região umbrotoscana que se entregava à oração através de cantos,  versos (laudes) e propósitos de caridade diante de uma imagem de Nossa Senhora teve uma experiência sensacional. 

Nesse dia, a imagem de Nossa Senhora mexeu-se e apareceu-lhes toda dolorosa por causa das lutas fratricidas de Florença. A cidade, desde 1215, estava dividida em duas famílias beligerantes: os Guelfi e os Ghibellini. 

Sete jovens resolveram fazer alguma coisa pela paz: renunciaram às armas, cavalos e luxo e se consagraram a Deus numa vida de pobreza, humildade e caridade. Formaram a Companhia de Nossa Senhora das Dores. Eram jovens nobres e ricos. 

Retiraram-se para a solidão do Monte Senário, para se dedicarem à penitência e à oração. Eram eles: Bonfílio Monaldi, Bonaiuto Manetti, Manetti delÁntella, Amadio Amidei, Ugoccio Ugoccioni, Sostenio de Sosteni e Aleixo Falconieri. Estes Sete Santos entregaram-se de tal forma a uma vida de testemunho que atraíram inúmeros jovens para a vida monástica. 

Um dia, enquanto desciam à cidade para uma interferência pacificadora, um menino disse à sua mãe: “Eis que chegam os servos de Maria”. O nome calhou certinho. Na verdade, eles haviam escolhido Maria para honrá-la durante a vida toda. Assim foi fundada a Ordem dos Servos de Maria, ou Servitas. Estes homens da paz deram uma rica contribuição para a renovação da Europa. 

Muitas vezes antes de entrarem na cidade, ao descerem do monte que haviam escolhido, paravam numa capelinha dedicada à Anunciação para rezarem. Mais tarde, foi construído no lugar um grande santuário, e os nobres fundadores dos Servitas aí se estabeleceram. 

Daí eles irradiaram a devoção à Anunciação de Nossa Senhora, que se tornou a Padroeira de Florença. A data de 25 de março, festa da Anunciação, tinha sido escolhida, em Florença, desde o Século X como o início do calendário civil. O uso perdurou até o ano de 1749. Lembrados individualmente pelo Martirológio Romano, estes santos, os Sete Fundadores, têm uma festa coletiva desde 1888, ano em que foram solenemente canonizados pelo Papa Leão XIII. 


Fontes:


domingo, 15 de fevereiro de 2009

Santo Onésimo, 16 de Fevereiro





Onésimo (cujo nome significa “útil”) viveu no século I e início do século II, na Frígia, região da Ásia Menor e, antes de converter-se ao cristianismo, foi escravo de um importante cidadão chamado Filemón.

Um dia, Onésimo roubou seu amo e fugiu para Roma. Ali, recorreu ao apóstolo São Paulo e, depois de escutar sua palavra, foi perdoado, arrependeu-se, confessou sua culpa e converteu-se.

Uma vez batizado, São Paulo enviou-o de volta a Filemón com uma carta em que dizia :
“Venho suplicar-te por Onésimo, meu filho, que eu gerei na prisão. Ele outrora não te foi de grande utilidade, mas agora será muito útil ,tanto a mim como a ti. Eu envio-o a ti como se fosse o meu próprio coração. Quisera conservá-lo comigo, para que me servisse em teu lugar, nas prisões, em benefício do Evangelho. Sem dúvida, ele se apartou de ti por algum tempo para que tu o recobrasses para sempre, mas não já como servo, mas como irmão caríssimo, sobretudo para mim, mais ainda para ti, não só segundo as leis do mundo, mas também no Senhor”.

Assim, por obra de São Paulo, Onésimo foi perdoado e passou a trabalhar com a Palavra e o exemplo. Foi nomeado bispo de Éfeso e, em sua missão episcopal, a fama de suas virtudes transcendeu os limites de sua sede.


Foi preso na época do imperador Domiciano e levado a Roma, onde morreu apedrejado.



Fontes:


http://www.puc-rio.br/campus/servicos/pastoral/santo_fevereiro.html


http://marciapeltier.ig.com.br/fotos/santos/SOnesimus.jpg


sábado, 14 de fevereiro de 2009

São Cláudio La Colombière, 15 de Fevereiro



Neste dia lembramos a santidade de vida de Cláudio que nascem na França em 1641 numa família muito religiosa. Após completar os estudos humanísticos o jovem Cláudio decidiu entrar no seminário, e pôde ouvir de sua mãe a profecia: "Meu filho, tu hás de ser um santo religioso"

Entrou no noviciado da Companhia de Jesus e, em meio a muitas lutas, ele conseguiu ser fiel a sua vida religiosa. Por isso escreveu no seu diário: "Os planos de Deus nunca se realizam senão à custa de grandes sacrifícios". Lecionou até chegar a ser Superior do Colégio Jesuíta. 



O bem-aventurado Cláudio, na cidade de sua missão, começou a ser confessor do convento de Nossa Senhora da Visitação, onde a humilde religiosa Margarida Maria Alacoque estava, santamente, sendo agraciada com as aparições do Sagrado Coração de Jesus. Cláudio foi o escolhido pelo próprio Cristo para confessor de Margarida e como ajudante na publicação das revelações.

Abraçando o Sagrado Coração de Jesus o bem-aventurado fez o que pôde para fazer conhecido o apelo de Jesus que vinha numa hora própria , pois o veneno do jansenismo estava esfriando a fé e o amor do povo para com o Cristo. Enviado a Londres, como pregador da duquesa de York, foi caluniado, encarcerado e desterrado. Morreu em Paray-le-Monial, França, em 1682. Em 1992, João Paulo II colocou-o  no catálogo dos santos.



Fontes:


http://www.puc-rio.br/campus/servicos/pastoral/santo_fevereiro.html


http://www.evangelhoquotidiano.org/zoom_img.php?frame=31029&language=FR&img=&sz=full


http://www.evangelhoquotidiano.org/zoom_img.php?frame=43707&language=PT&img=&sz=full