quinta-feira, 6 de agosto de 2009

São Caetano de Thiene, Fundador dos Teatinos (+1547), 07 de Agosto






São Caetano nasceu na cidade de Vicenza, Itália, em Outubro de 1480. Pertencia a uma família de nobres; o pai, Conde Gaspar de Thiene e a mãe, Maria do Porto. Tinha dois irmãos: João Batista e Alessandro. O nome do nosso Santo foi dado por seu pai, tentando indicar um caminho a seguir, já que Caetano significa “homem das armas”. Um dia depois de seu nascimento, Caetano foi batizado e consagrado a Nossa Senhora.
Caetano e seus irmãos ficaram órfãos muito cedo. Sua mãe pertencia à Ordem terciária dos Dominicanos e foi a educadora e responsável por seus filhos. Sua infância aconteceu de forma tranqüila e normal, como a de qualquer outra criança. “Caetano crescia em sabedoria e graça...” Os históricos não falam muito de sua adolescência ou juventude. Aos vinte e dois anos foi laureado em Direito Civil e Canônico na Universidade de Pádua.
TRAÇOS CARACTERÍSTICOS: o abandono total nas mãos da DIVINA PROVIDÊNCIA (Mt 6,24-34); a CRUZ DESNUDA, como verdadeiro amor, levado à doação total; os EVANGELHOS foram para Caetano a alma de toda a reforma da Igreja, no clero e no povo de Deus; a EUCARISTIA foi o centro da sua vida dando energia a sua vida cristã, sacerdotal e religiosa, e NOSSA SENHORA DA PUREZA, que o iluminava e instigava a lutar pela sua limpeza de alma.
ORATÓRIO DO DIVINO AMOR: participava desse movimento, formado por leigos, Sacerdotes e Bispos e dedicavam-se a escuta da Palavra, à sua reflexão e as obras de caridade. Assim, Caetano lançou a idéia de formar um grupo de sacerdotes reformados, onde viveriam em comum, do comum e para o comum, segundo as primeiras comunidades apostólicas. Daí nasceu a ORDEM DOS CLÉRIGOS REGULARES TEATINOS.
Caetano trabalhou na corte pontifícia como protonatário apostólico do Papa Júlio II e, mais tarde, de Leão X. Ele, vendo a corrupção eclesiástica naquele tempo, viu que a Igreja precisava de uma imediata reforma “na cabeça e nos seus membros”. Ela consistia em uma reforma primeiramente pessoal, para depois, a partir de seus testemunho e exemplo, reformar os outros. Caetano coloca este tipo de reforma sob o lema ”renovar, renovando-se”.
Foi ordenado sacerdote em 30 de Setembro de 1516 e desse momento em diante Caetano dizia: ”Liguei minha vida à Cruz de Cristo.

Oração a São Caetano
Ó São Caetano, corajoso reformador da Igreja, tanto pela pregação como pelo exemplo, fazei de nossa Igreja cada dia mais santa, purificando-a de todo o joio e do todo o comodismo. Dai-lhe a coragem de desinstalar-se, para que seja serva do mundo, sem pensar em servir-se a si mesma.
Como a luz que brilha, não para iluminar a si mesma, mas a todos que estão em casa, assim seja nossa Igreja luz para o mundo e todos, vendo o nosso servir, glorifiquem o Pai que está nos céus.

Fontes:
http://www.matrizsagradafamilia.com.br/igreja_virtual_rezaconosco.htm

São Justo e São Pastor, 06 de Agosto

Catedral de São Justo e São Pastor em Narbona

Com alegria, toda a Igreja festeja neste dia, a Transfiguração de Nosso Senhor Jesus Cristo, a qual se encontra testemunhada nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. Neste fato bíblico, nós nos deparamos com o segredo da santidade para todos os tempos: "Este é o meu Filho bem-amado, aquele que me aprove escolher. Ouvi-o!" (Mc 9,7)

Sem dúvida, os santos que estamos lembrando hoje, somente estão no Eterno Tabor, por terem vivido esta ordem do Pai. Conta-se que eram jovens cristãos e estavam na escola, quando souberam que o perseguidor e governador Daciano acabara de entrar na cidade. Sendo assim, os santos Justo e Pastor, fugiram, mas foram pegos e entregues por pagãos ao grande perseguidor dos cristãos.

Diante do governador que estava sobre o seu cavalo, os corajosos discípulos de Cristo não recuaram diante das ameaças, tanto assim que, frente à possibilidade do martírio, a resposta de São Justo e Pastor foi um canto de felicidade. O governador, ridicularizado pela fé que transfigurava aqueles jovens, mandou que lhes cortassem as cabeças, isto ocorreu em Alcalá de Henares, em Castela, no ano de 304.

Santos Justo e Pastor, rogai por nós!


*História de Narbona:

Narbona (em francês: Narbonne, também chamada de Narbo ou Narbo Martius no tempo da Roma antiga) é uma cidade do sudoeste da França na região de Languedoc-Roussillon. Fica a 849 km de Paris no departamento de Aude, do qual é uma subprefeitura. Antes uma próspera cidade portuária, fica agora localizada a 15 km do litoral Mediterrâneo.

Narbona está ligada ao Canal du Midi e ao Rio Aude através do Canal de la Robine, que passa pelo centro da cidade.

Narbona foi a primeira colônia romana fora da Itália. Foi estabelecida na Gália em 118 a.C., com o nome de Colonia Narbo Martius. Localizava-se na Via Domitia, a primeira estrada romana na Gália, construída no tempo da fundação da colônia, e que conectava a Itália à Espanha. Entre 719 a 759 esteve sob domínio dos árabes, até que estes foram expulsos da cidade por Pepino o Breve.

Foram Viscondes de Narbona:

Aimeri I de Narbonne (1060 - 1105).

Aimeri II e de Narbonne (1080 - ?) (filho do primeiro).



Fontes:


http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=6&mes=8&ano=2009


http://www.territorioscuola.com/wikipedia/pt.wikipedia.php?title=Narbona

Nossa Senhora da África / Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior, 05 de Agosto


A devoção a Nossa Senhora de África teria nascido a partir da presença portuguesa em Ceuta. Com efeito, o mais antigo lugar de culto com esta designação encontra-se naquela cidade do norte de África e a sua construção inicial data do século XV. O edifício, hoje santuário, foi reconstruído no século XVIII e nele se venera uma imagem, aparentemente bizantina, que uma tradição liga ao imperador Justiniano e ao governador desta província, Procópio. A invasão muçulmana teria interrompido o seu culto.

Outra tradição liga-a ao Infante D. Henrique, que a teria oferecido a Ceuta com o pedido para que todos os sábados se rezasse por sua alma. A tradição da "sabatina”, ainda hoje viva em Ceuta, poderia ter tal origem.
A imagem tem na mão um bastão com nós, oferecido pelo último governador português de Ceuta.
Outro pólo importante de irradiação da devoção a Nossa Senhora de África situa-se na Argélia e nasceu da devoção de duas missionárias francesas do século XIX. Indo ajudar o bispo local, não encontraram por aquelas terras nenhum santuário mariano. Por isso, colocaram uma pequena imagem da Virgem sobre uma oliveira nas proximidades de Argel. Pouco a pouco, o lugar transformou-se num centro de peregrinação por parte de numerosos devotos de Nossa Senhora. As piedosas mulheres recolheram dinheiro e construíram uma capela provisória em 1857.
O atual santuário foi concluído em 1872 sobre um promontório que domina o mar e a cidade de Argel. Numerosos são os peregrinos que o visitam.
Hoje em dia, a devoção a Nossa Senhora de África estende-se a numerosos países daquele continente. A iconografia representa-a, ora como uma mulher de tês morena, ora como uma negra, mas sempre com o Menino nos braços.

Basílica de Nossa Senhora da África, Alger - Argélia



Santuário de Nossa Senhora da África em Abidjan na Costa do Marfim


Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior
A festa recorda a dedicação da Basílica e o famoso “milagre da neve”, segundo o qual no dia 5 de Agosto de 358 nevou em pleno verão na pequena colina romana do Esquilino (uma das famosas sete colinas de Roma), como sinal extraordinário do convite da Virgem para que se construísse um templo em sua honra.
A tradição conta que, na noite de 5 de Agosto, a Virgem apareceu no meio da neve ao Papa Libério e ao patrício João e sua mulher, manifestando o desejo de que uma Capela em sua honra fosse construída no lugar em que tinha nevado durante essa noite. Conta a lenda que o próprio Papa traçou na neve a área de edificação do primeiro Santuário.
Um século depois, o Concílio de Éfeso (431) declarou Maria Santíssima como Mãe de Deus, e o Papa Sixto III (432-440) mandou construir a Basílica em honra da Virgem.

Fontes:

São João Maria Vianney, o Cura d'Ars, Presbítero (+ 1859), 04 de Agosto - Dia do Padre



Com admiração, alegramo-nos com a santidade de vida do patrono de todos os vigários, conhecido por Cura D'Ars. São João Maria Vianney nasceu em Dardilly, no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.
Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia "acertar" o passo com o seu batalhão.
Ele era um cristão íntimo de Jesus Cristo, servo de Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).
João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia "pagã", chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: "Neste meio, tenho medo até de me perder". Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação. Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão).
Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de santidade, de dedicação e perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.

São João Maria Vianney, rogai por nós!

Fontes:

Santa Lídia de Tiatira, Comerciante (+ Século I), 03 de Agosto





Santa Lídia era judia e converteu-se ao cristianismo. Foi batizada por São Paulo em Filipos. Comerciante de púrpura, Lídia era natural de Tiatira, na Ásia. Em Atos dos Apóstolos temos esta passagem:
"Tenho embarcado em Trôade, seguimos em linha reta para Samotrácia. De lá, no dia seguinte, para Neápolis, de onde partimos para Filipos, cidade principal daquela região da Macedônia, e também colônia romana. Passamos nesta cidade alguns dias. Quando chegou o sábado, fomos para fora da porta, a um lugar junto ao rio, onde nos parecia haver oração. Sentados, começamos a falar às mulheres que se tinham reunido. Uma delas, chamada Lídia, negociante de púrpura, na cidade de Tiatira, e adoradora de Deus, escutava-nos."
O Senhor abriu-lhe o coração e foi inscrita na lista dos santos pelo cardeal César Barônio em 1607.

Fontes:

São Pedro Julião Eymard, Presbítero (+ 1868), 02 de Agosto



São Pedro Julião Eymard foi o fundador dos padres e das irmãs sacramentinas. Nasceu em Esère, França, no começo do século XIX. Filho de um comerciante, foi primeiro padre secular e depois membro da Sociedade de Maria (1839-1856).
Deixou a Sociedade de Maria para fundar a Congregação do Santíssimo Sacramento. Os últimos dias de sua vida foram cheios de contrariedades e de sofrimentos. Seus próprios religiosos já não demonstravam muita confiança nele. Ele consolava-se, então, com estas palavras:
"Eis-me aqui, Senhor, no Jardim das Oliveiras. Humilhai-me, despojai-me. Dai-me a cruz, contanto que me deis também o vosso amor e a vossa graça".

Fontes:

Santo Afonso Maria de Ligório, Bispo, Doutor da Igreja, 1º de Agosto


É o fundador da Congregação do Santíssimo Redentor ou Padres Redentoristas. Nasceu em Marianela, um povoado nas imediações de Nápoles, em 1696. Amante dos estudos, aos 19 anos já era advogado formado. A sua vida mudou radicalmente quando percebeu a fragilidade dos julgamentos humanos, defendendo culpados e condenando inocentes. Tinha 30 anos quando se fez sacerdote. Passava os seus dias junto aos mendigos da periferia de Nápoles e dos camponeses. Em 1732, fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, para concretizar o anúncio do Evangelho: "Fui enviado para evangelizar os pobres". Entregou-se de corpo e alma a promover a verdadeira vida cristã no meio dos fiéis, especialmente dos mais necessitados.
Escreveu várias obras ascéticas e teológicas. Entre as mais conhecidas temos "A Prática do amor a Jesus Cristo", "Preparação para a morte" e "As glórias de Maria". A sua obra mais importante versa sobre teologia moral, assunto no qual é considerado mestre insigne.
Foi eleito bispo de Santa Ágata dos Godos, por Clemente XIII, mas devido à idade e ao seu precário estado de saúde pediu ao papa o seu afastamento. Sofreu muitas contrariedades no fim da vida: criticado pelos seus escritos e até mesmo expulso de sua própria Congregação, por causa da má interpretação daquilo que desejava para seus filhos. Morreu em Nocera dei Pagani, Campanha, em 1787.

Fontes:

Santo Inácio de Loyola, Presbítero, Fundador, 31 de Julho



Nobre espanhol, converteu-se aos 30 anos de idade, depois de uma breve mas brilhante carreira nas armas, e fundou a Companhia de Jesus. Alma profundamente militar, quis dotar a Igreja de uma milícia nova, aguerrida e disciplinada, para a defesa da glória de Deus e a conquista das almas.
No século em que o protestantismo arrebatou à religião católica um terço da Europa, Inácio foi sem dúvida o lutador suscitado pela Providência para atender de modo pleno às necessidades da Igreja.

Fontes:

São Pedro Crisólogo, 30 de Julho



São Pedro Crisólogo nasceu em Ímola no ano 380 e mereceu o apelido de Crisólogo, isto é, "Palavra de Ouro", por ser autor de estupendos sermões, ricos de doutrina, que lhe deram também o título de doutor da Igreja, decretado no ano 1729 pelo Papa Bento XIII. Dele se conservam cerca de 200 sermões. Numa homilia define o avarento como "escravo do dinheiro, mas o dinheiro - acrescenta - é o escravo do misericordioso." É fácil entender o significado desta prédica. Sua pregação colocava insistentemente em evidência o amor paternal de Deus: "Deus prefere ser amado a ser temido". Humildes e poderosos escutava-os ele com igual condescendência e caridade. A imperatriz Gala Placídia teve-o como conselheiro e amigo.
Eleito Bispo de Ravena no ano 424, Pedro Crisólogo mostrou-se bom pastor, prudente e sem ambiguidades doutrinais. Sua autoridade era reconhecida em largo raio da Igreja. São Pedro Crisólogo disse certa vez: "Os que passaram, viveram para nós; nós, para os vindouros; ninguém para si" (op.cit.p.407).
São Pedro Crisólogo morreu no dia 31 de Julho do ano 451, em Ímola.

Fontes:

Santa Marta, 29 de Julho



Hoje, lembramos a vida de Santa Marta, que tem seu testemunho gravado nas Sagradas Escrituras. Padres e teólogos encontram em Marta e sua irmã Maria, a figura da vida ativa (Marta) e contemplativa (Maria). O nome Marta vem do hebraico e significa "senhora".
No Evangelho, Santa Marta apresenta-se como modelo ativo de quem acolhe: "... Jesus entrou em uma aldeia e uma mulher chamada Marta o recebeu em sua casa". (Lc 10,38)
Esta não foi a única vez, já que é comprovada a grande amizade do Senhor para com Marta e seus irmãos, a ponto de Jesus chorar e reviver o irmão Lázaro.
A tradição nos diz que diante da perseguição dos judeus, Santa Marta, Maria e Lázaro, saíram de Betânia e tiveram de ir para França, onde se dedicaram à Evangelização. Santa Marta é considerada em particular como patrona das cozinheiras e sua devoção teve início na época das Cruzadas.
Santa Marta agora no Céu reina com Cristo, pois aqui soube ser ativa na amizade e acolhimento de Deus. Aprendamos com ela!

Santa Marta, rogai por nós!

Fontes:

São Celestino I, Papa (+ 432 d.C.), 28 de Julho


São Celestino I foi um papa de origem romana, cujo pontificado durou desde 422 até à data de sua morte, em 27 de Setembro de 432.
Combateu as heresias de Pelágio e de Nestório (Patriarca de Constantinopla), a quem excomungou, após a sua condenação no Concílio de Roma (430) e no Concílio de Éfeso (431). De acordo com Nestório, Jesus não era Deus quando nasceu e, portanto, Maria não era Mãe de Deus, mas apenas Mãe de Cristo.
Foi o primeiro Papa a enviar missionários para a Escócia. Enviou São Patrício à Irlanda e São Germano à Bretanha, com intuito de se aproximar mais com a Cristandade Romana.
É com este Papa que, pela primeira vez, se cita o "bastão pastoral".

Fontes:

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Santa Natália e Companheiros, Mártires (+ 852), 27 de Julho



Estes santos sofreram o martírio durante a perseguição muçulmana, em 852. Natália, ou Sabagota, como era chamada, havia-se convertido à fé cristã juntamente com o marido, Aurélio. Félix e Liliana eram seus parentes. Todos viviam a fé na clandestinidade até que foram descobertos e presos.
Contam que, certo dia, Santo Aurélio presenciou um espetáculo humilhante em que um cristão amarrado a um jumento, com a cara voltada para a cauda do animal, era conduzido debaixo de grande gritaria ao lugar da execução. A partir daquele momento, professou abertamente sua fé. Pressentindo que chegava a sua hora, distribuiu os bens aos pobres e necessitados. Félix e Liliana fizeram o mesmo. Presos, bem como Jorge, que era monge, foram todos condenados à morte.

Fontes:

domingo, 26 de julho de 2009

Santa Ana e São Joaquim, Pais de Nossa Senhora, Avós de Jesus Cristo, 26 de Julho



Uma tradição do Século II afirma que os pais de Nossa Senhora, e avós de Jesus, chamavam-se Joaquim e Ana. Conforme uma lenda da Idade Média, Joaquim e Ana viviam humilhados porque não tinham filhos. Eram estéreis. Joaquim dirigiu-se então para o deserto, e ali passou 40 dias em jejum e oração. Ao terminar os 40 dias, apareceu-lhe um anjo anunciando que teriam um filho. De fato, nasceu-lhes uma filha, à qual deram o nome de Maria.
A devoção a Santa Ana ou Sant'Ana remonta ao Século VI, no Oriente. No Ocidente data de Século X. A devoção a São Joaquim é mais recente.
Fontes: