quinta-feira, 13 de maio de 2010

São Miguel Garicoits, Presbítero (+1863), 14 de Maio

Miguel Garicoits nasceu em 15 de abril de 1797, em Ibarre, França. Seus pais, apesar de humildes, socorriam padres fugitivos do terror da Revolução Francesa.
O pároco da vizinhança encarregou-se da educação de Miguel e depois recomendou-o ao bispo de Baiona. Dedicado e inteligente, foi estudar no Seminário de Dax, ordenando-se sacerdote em 1823, e dois anos depois tornou-se professor de Filosofia no Seminário Maior de Bétharram, nos Baixos Pirineus.
Miguel tornou-se formador de novos padres. Preocupava-se com o clero, que se mostrava mal preparado e desorientado. Para mudar tal quadro, teve a idéia de fundar um instituto de sacerdotes que atuariam como colaboradores nas paróquias, nos colégios e nos seminários, dando suporte intelectual.
O bispo não ficou muito animado com essa idéia, porém autorizou-o a tentar. Assim, Miguel iniciou o seu projeto, procurando padres que estivessem dispostos à missão. Educou-os e preparou-os, o que encorajou o novo bispo de Baiona a dar o seu apoio. Em 1841, o instituto, que passou a chamar-se Padres do Sagrado Coração de Jesus, recebia a aprovação diocesana.
Porém uma doença seria o novo desafio que Miguel teria de enfrentar. Em 1853, adquiriu uma paralisia que o prenderia à cama. Foram nove anos de sofrimento. Padre Miguel morreu em 14 de Maio de 1863.


Ver também: São Matias, Apóstolo

Fontes:
http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT&module=saintfeast&localdate=20100514&id=12379&fd=0
http://www.evangelhoquotidiano.org/zoom_img.php?frame=36742&language=PT&img=&sz=full

quarta-feira, 12 de maio de 2010

1ª Aparição de Nossa Senhora de Fátima, 1917 / Beato Mariano de Jesús Euse Hoyos, Presbítero (+1926), 13 de Maio


As Aparições de Fátima, freguesia do conselho de Vila Nova de Ourém, distrito de Santarém, e paróquia da diocese de Leiria e Fátima desenrolaram-se em três períodos ou ciclos: os dois primeiros tiveram lugar em Fátima, o terceiro em Pontevedra e Tuy, na Galiza, Espanha.
É longo o relato das Aparições, nos manuscrito da Irmã Lúcia – uma dos três videntes (a Virgem apareceu a três crianças: Lúcia, Jacinta e Francisco). Desenrolaram-se em 1917 e depressa a devoção à Senhora de Fátima tornou-se mundialmente conhecida.
Em 13 de Outubro de 1930 o Bispo de Leiria, Dom José Alves Correia da Silva, declarou dignas de crédito as visões das crianças da Cova da Iria e permitiu, oficialmente, o culto a Nossa Senhora de Fátima.
O papa Pio XII, atendendo aos pedidos de Nossa Senhora, consagrou o mundo inteiro ao Imaculado Coração de Maria em 31 de Outubro de 1942. A consagração da Rússia ocorreu em 7 de Julho de 1952. Paulo VI consagrou o mundo ao Imaculado Coração de Maria em 21 de Novembro de 1964.
O Papa João Paulo II fez a consagração do mundo e da Rússia ao mesmo Imaculado Coração, em Fátima, em 13 de Maio de 1982; em Roma, a 16 de Outubro de 1983 e, finalmente, a 25 de Março de 1984, em Roma de novo, diante da imagem levada da Capelinha das Aparições até ao Vaticano.

Ver também:

Beato Mariano de Jesús Euse Hoyos

Nasceu em Yarumal (Colômbia), a 14 de Outubro de 1845. Os primeiros estudos foram feitos no seio da própria família, pois os seus pais não confiavam no ensino das escolas públicas, que eram hostis à Igreja. Quando aos 16 anos se manifestou o desejo de ser sacerdote, ele foi confiado à solicitude do seu tio, pároco de Girardota, que lhe deu as primeiras orientações para a vida sacerdotal. Depois de ter freqüentado o Seminário de Medellín, recebeu a Ordenação sacerdotal no dia 14 de Julho de 1872.
Iniciou o ministério na paróquia de São Pedro, como coadjutor de seu tio, sendo posteriormente transferido para Yarumal e, em seguida, para a Paróquia de Angostura, onde ajudava o pároco já idoso.
Padre "Marianito", como era afetuosamente chamado, enfrentou então muitas dificuldades para concretizar o seu plano de trabalho: a construção de uma nova igreja, os perigos da guerra civil que o obrigou a refugiar-se nas montanhas. Foi depois nomeado Pároco dessa localidade e ali permaneceu até a sua morte, ocorrida a 13 de Julho de 1926.
O seu apostolado era totalmente dedicado ao bem das almas, como um diligente conselheiro e pai espiritual, mestre esclarecido e testemunha fiel do amor de Cristo. A sua vida era muito pobre, austera e mortificada, não se poupando para atender pastoralmente os seus paroquianos: crianças, jovens, adultos, famílias em geral e camponeses, suscitando em todos o desejo de viverem com sinceridade a própria fé. A sua fama de santidade já se difundira na região, e com isto todo o trabalho produzia bons frutos. Tendo adoecido gravemente, costumava dizer:  "Já vivi bastante. Agora o meu maior desejo é unir-me ao meu Jesus."

 

Fontes:

http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT&module=saintfeast&localdate=20100513&id=586&fd=1

http://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20000409_beat-Hoyos_po.html

http://www.evangelhoquotidiano.org/zoom_img.php?frame=34812&language=PT&img=&sz=full

http://www.tejasarriba.org/imagenes/marianito.jpg

São Leopoldo de Castelnovo, Presbítero, Confessor (+1942), 12 de Maio

Nasceu em 12 de maio de 1866 em Castelnovo (Herzegnovi), em Boca de Cataro, uma vez terra turca (em 1538), veneziana (em 1687), austríaca (em 1814) e, atualmente, terra yugoslava desde 1919. Materialmente falando, podemos dizer que sua família era pobre (o palácio que possuíam vinha de seus antepassados), mas era, todavia, uma família rica de vida cristã (ele era o último de doze filhos).
A grandeza de coração será, de fato, a sua herança. Certa vez, ele jogava com seus colegas numa pequena praia, em frente de casa; faziam apostas de patacões. Um deles perdeu tudo, ficou com raiva e disse um palavrão. Ele tirou do bolso todos os seus patacões e disse àquele de pouca sorte no jogo: "São todos teus se prometeres que nunca mais dirás palavrões." Deu-lhe todos aqueles que havia e, se abraçando firmaram um pacto. Um belo início este: é necessário ser disponível a sacrificar qualquer coisa de pessoal pelos amigos.
A PRIMEIRA AMIZADE
Quando nasceu, era tão magrinho e raquítico que só depois de um mês puderam batizá-lo com o nome de Bogdan, que significa "Dom de Deus". Um nome oportuníssimo.
O batismo é o ato no qual nos tornamos filhos de Deus e, como nos chamará Cristo - seus amigos. Para Bogdan, aquela será sempre a sua primeira amizade e a essa todas as outras serão subordinadas. Daquele momento, então, ele amou Deus em todos e acima de todos, e amou todos em Deus. É um modo de enriquecer vida e coração. Aquela amizade na qual Deus não entra é incompleta e passageira.
FRADE E SACERDOTE
É fácil sonhar, mas difícil é realizar os sonhos. Bogdan partiu para o seminário de Udine e, de lá, dois anos depois (1884), para o convento de Bassano del Grappa para fazer o noviciado. Uma vida que outros, mesmo sendo mais santos e fortes do que ele, julgariam insuportável, ou até mesmo loucura... Ele, então frei Leopoldo, enfrentou-a com coragem. Depois do noviciado ele retornou aos estudos com um empenho que lhe podia vir somente de um ideal e de um propósito especial. Chegou ao sacerdócio em 20 de setembro de 1890, em Veneza. Não pôde nem ao menos ir a Castelnovo para celebrar ali, entre os seus, a sua primeira missa solene. Para consolá-los, mandou-lhes a sua fotografia. E se impunham ainda mais as renúncias. Daquele dia em diante tinha em mãos, para os amigos que seguramente viria a fazer, um instrumento de valor imenso: o poder de perdoar os pecados, isto é, o poder de liberá-los do maior mal que o homem possa fazer a si próprio, ou seja, aquele de se distanciar de Deus, com o perigo de ficar separado d‘Ele para sempre. Por esta razão, ser ligado no estado religiosos e sacerdotal lhe parecia ainda pouco, para uma missão de tanta responsabilidade.
Amizade se mede sobre a necessidade dos outros, e não sobre a própria comodidade.
AMIZADE SILENCIOSA
Demorou alguns anos em Veneza, como confessor, depois foi enviado a diversos conventos da província religiosa. Passou por Zara, Bassano del Grappa, Capodístria e Thiene.
Os superiores sabiam que dele podiam dispor livremente, e ele, não obstante o seu grande sonho, o qual veremos, aceitava ser transferido como bem lhes parecia justo. Que importava! O bem ele podia fazer sempre e em qualquer lugar, ele podia sobretudo confessar e fazer, pela graça do sacramento, retornarem amigos de Deus e os homens. Mas naquela corrente de amizade ele também estava preso.
Seus penitentes logo se acostumavam a considerá-lo mais um amigo que um juiz. Lamentavam quando ele era transferido e, mesmo depois de anos, lhe escreviam, se não podiam ir visitá-lo. E ele lhes respondia, “roubando” horas de seu sono em meio ao seu muito trabalho.
A verdadeira amizade não é rumorosa nem canta em voz alta suas próprias maravilhas e obras. Ela é um plácido rio que traz vida a um vale silencioso, e não uma torrente que cai impetuosa entre massa de volumes desconexos, levando consigo a pouca vida que ali cresce ou cresceria.
AMIZADE GENEROSA
Padre Leopoldo atraía amigos com a sua assiduidade e, mais ainda, com a sua bondade. Uma bondade exagerada, segundo alguns que assim chegaram a defini-la.
Nesses casos, ele indicava o crucifixo e dizia: "E Ele então? Ele chegou a morrer pelas almas!" E se encorajava a ser mais ainda rico de bondade e de coração para com seus penitentes amigos, mesmo com prejuízo para sua já fraca saúde. Uma amizade que procura a sua própria comodidade às custas dos amigos porta o nome errado: chama-se egoísmo.
OS “PATRÕES” ABENÇOADOS
Além dos penitentes, padre Leopoldo sabia encontrar em cada convento o altar do Santíssimo e aquele de nossa Senhora. Eram os seus preferidos para as visitas e as orações. Pois é belo ter amigos na terra, mas é consolador saber tê-los no céu.
Padre Leopoldo tinha assim muitos santos amigos, começando por são Francisco, com os quais se sentia particularmente “em obrigação”. Mas, sem dúvida nenhuma, seus melhores amigos eram, naturalmente, a Virgem Santíssima e, acima de todos, Deus que, para ele, era "o Patrão Abençoado", sendo Nossa Senhora a “Patroa Abençoada". Pelo "Patrão" enfrentava tudo. Dizia : "Se Ele quer assim, então está bem!"
Contava até com as penas interiores e exteriores, as renúncias, a cruz que Jesus se dignava dividir um pouquinho com ele. E valia a pena procurar, para "o Patrão Abençoado", tantos amigos quantos eram os seus penitentes.
Quanto à "Patroa", o seu confessionário podia ser pobre e frio, mas ele fazia o possível para que a imagem dela fosse sempre adornada de flores naturais.
A ela fazia oração sem interrupção e lhe confiava os casos mais difíceis, seus ou de penitentes-amigos.Chegava mesmo a escrever-lhe bilhetinhos que se poderia dizer de uma criança, se não o soubéssemos de um santo, tanto eram cândidos e afetuosos.
O SEU SONHO
A entrar na vida religiosa e sacerdotal , Bogdan foi animado por um sonho especial: ser missionário na sua terra, rica de história, mas sobretudo rica de contrastes religiosos. Que linda missão: fazer retornar à Igreja Católica quantos se separaram dela. Mas aquele sonho não se realizou da forma que ele imaginou. Como se poderia mandar à dura vida de missão, uma criatura tão frágil?
Quando foi a Capodístria e a Zara, pensou que não resistiria. E a esse respeito pensou também em Fiume, para onde foi transferido em 1923, dali sendo, porém, repentinamente chamado pelo afeto dos paduanos, antes mesmo que dos superiores. O amor não é menos operoso que a inteligência, e padre Leopoldo encontrou o seu modo de ser missionário, ele que, como dizia, se sentia um pássaro na gaiola e com o coração maior que o mar.
ATÉ O FINAL
Em 1909 padre Leopoldo foi mandado a Pádua, onde permaneceria até sua morte, com exceção de um período de internação durante a grande guerra e do breve parêntese de Fiume. E Pádua súbito lhe deu muito trabalho, isto é, muitos amigos a quem prestar a sua obra de confessor.
Eram pessoas de todas as classes sociais: ricos e pobres, doutos e ignorantes, almas boas, necessitadas apenas de uma conselho e almas enlameadas até o pescoço.
E ele tinha para cada um a palavra adequada, habitualmente branda e insubstituível para a circunstância. Era um exercício contínuo de amor para com Deus e para com as almas.
Na verdade, ele não era convencido de oferecer muito, exceto o valor do sacramento, no qual era Deus a conceder o perdão.
Ele dizia que eram eles, em vez, os amigos-penitentes, a dar-lhes ocasião de fazer um pouquinho de bem para desconto dos seus pecados, e a ocasião de fazer-lhes ganhar, juntos, o pão que comia no convento, e o lugarzinho que o "o Patrão" lhe daria no céu.
É mesmo a verdadeira amizade, na qual se dá e se recebe com naturalidade, sem calcular demais.
Com o tampo chegaram a padre Leopoldo achaques vários e se tornou doente, mas ele dava pouca ou nenhuma importância à doença; as almas dos penitentes-amigos valiam mais do que a sua pele.
Mesmo reduzido a uma cela de enfermaria, ele continuava a receber ali os seus penitentes onde confessou umas cinqüenta pessoas na vigília da sua morte.

SUA  SALETINHA
Um dos penitentes do padre Leopoldo chamava o confessionário de "saleta do Padre Leopoldo".Denominou-a assim: "saleta da cortesia" - "Venha, senhor, venha!" dizia o confessor se percebia qualquer hesitação nos menos habituados ao sacramento da reconciliação.
Aos desorientados, que nem mesmo sabiam como comportar-se, dizia: "Venha, senhor, esteja à vontade!"
Aconteceu que um homem se sentou na pequena poltrona em vez de se ajoelhar no genuflexório. E ele, padre Leopoldo, para não humilhá-lo, escutou a confissão ajoelhado.
A gentileza continuava até o final do colóquio. Geralmente ele lançava o convite: "Retorne, senhor, retorne, pois nos tornaremos amigos!"
NÃO FOI DE TODO EMBORA
Padre Leopoldo morreu à 30 de julho de 1942, às sete horas da manhã.
Estava se vestindo para celebrar a missa, à qual jamais renunciava, nem mesmo com a saúde fraca, como naquela manhã em que um colapso cardíaco o surpreendeu. Expirou pronunciando as últimas palavras da Salve Rainha: sua saudação extrema à "Patroa".
A notícia se divulgou rapidamente e muitíssimas pessoas acorreram ao velório. O seu túmulo foi meta de muitas visitas e de tanta veneração, até quando o corpo foi transferido para uma capela - fúnebre a ele dedicada e construída junto à sua cela - confessionário.
Quando o corpo foi reconhecido para as exigências do processo de beatificação, foi encontrado incorrupto. Nem mesmo o seu confessionário foi destruído. Como ele havia prenunciado, este permaneceu incólume entre as ruínas de um furioso bombardeio (14 de maio de 1944), para recordar a imensa bondade que Nosso Senhor ali demonstrou ao perdoar tantos pecados e reatar amizade e graça com tantas almas que d’Ele se tinham distanciado.
Nós podemos acrescentar ainda que o confessionário permanece intacto para testemunhar o longo e árduo trabalho de padre Leopoldo, instrumento eficaz  daquelas amizades reatadas.
UM AMIGO POBRE DA MÃO DE OURO
Aos seus amigos, enquanto era vivo, padre Leopoldo não podia certamente oferecer ajudas materiais. Como recordam os objetos pessoais conservados e expostos, ele mesmo era um fervoroso discípulo da "Dama Pobreza". Se os amigos lhe davam presentes, ele não os conservava para si; existiam os pobres e doentes, dentro e fora do convento, aos quais essas ofertas eram mais necessárias.
Talvez, também nós tenhamos qualquer amigo "da mão de ouro", ou seja, aquele que, sem nos poder das grandes coisas, sabe fazer um pouco de tudo e nos ajuda com boa vontade, com obras e conselhos.
A "mão de ouro" do padre Leopoldo era aquela de um amigo especialmente do espírito, pois, por mais de meio século, ela se levantou inúmeras vezes para abençoar e absolver.
E naquela posição - escarnada e marcada de artrite, mas incorrupta - aquela mão é atualmente conservada e venerada num preciosíssimo relicário.

"Eu me admiro, em todos os momentos, como o homem possa por em risco a salvação de sua alma por motivos absolutamente fúteis e frívolos." (São Leopoldo Mandic)

(Biografia do Padre Leopoldo Mandic, por Leo  Lazzarotto)

Adaptação:
Gisèle Pimentel

Ver também: Santa Joana de Portugal

Fontes:
http://www.firponet.com/Francesco/Servants/LeopoldMandic/Leopold2.jpg

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Santa Maria Bertilla Boscardin, Religiosa, Enfermeira (+1922), 11 de Maio

Nasceu numa família de modestos agricultores em 6 de Outubro de 1888 em Vicenza, Itália. Passou a sua adolescência cultivando diferentes campos paternos e trabalhando em casas da região em tarefas domésticas. Ainda muito jovem  teve uma grande paixão pela Virgem Maria e, em 1905, entrou para a Ordem das Mestras de Santa Dorotéia, Filhas do Sagrado Coração, em Vicenza.
Terminado o período do noviciato, Maria Bertilla foi enviada, primeiro como praticante e depois como enfermeira, para o hospital de Treviso. Ali, mostrou um exemplo de caridade e amor aos pobres, dando sempre a conhecer a mensagem de Cristo a todos os seus pacientes. Converteu, assim, vários pacientes ao cristianismo.
Em 1910, quando só tinha 22 anos, foi operada para a retirada de um tumor. Quando melhorou, voltou a trabalhar em Treviso e em Viggiú. Mas o tumor reproduziu-se e ela teve que suportar grandes sofrimentos, passando por um estado de grande debilidade. Foi operada uma segunda vez, mas a enfermidade fez com que ela descansasse em paz no dia 20 de Outubro de 1922, em Treviso. Muitos milagres foram realizados junto ao seu túmulo e creditados à sua intercessão. Foi beatificada em 8 de Junho de 1952 pelo Papa Pio XII e  canonizada em 11 de Maio de 1861, pelo Papa João XXIII.





Ver também: Frei Antônio de Sant’Ana Galvão
http://hagiosdatrindade.blogspot.com/2009/05/santo-antonio-de-santana-galvao-ofm.html




Fontes:
http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT&module=saintfeast&localdate=20100511&id=12223&fd=0
http://www.evangelhoquotidiano.org/zoom_img.php?frame=36921&language=PT&img=&sz=full

domingo, 9 de maio de 2010

Beato Enrique Rebuschini, Religioso dos Clérigos Regulares Ministros dos Enfermos (Camilianos), Sacerdote (+1938), 10 de Maio

Nasceu em Gravedona (região do Como, Norte da Itália) em 28 de abril de 1860. Desde a juventude foi introduzido no mundo do comércio, ao qual Enrico não conseguia se adaptar, chegando mesmo a ter repugnância pelas atividades comerciais. Inscreveu-se no colégio lombardo em Roma e estudou Teologia na Universidade Gregoriana.
Aos 26 anos, sofreu sua primeira crise depressiva, retornando à casa paterna, onde permaneceu oito meses em silêncio. Durante esta crise, Enrico aprendeu a confiar mais na infinita bondade e misericórdia de Deus que em seus próprios méritos, forças e perfeccionismo. Aos 29 anos foi ordenado sacerdote camiliano (da Ordem de São Camilo de Lélis) e quando, aos 35, o nomearam vice-mestre dos noviços e Professor de Teologia, o fantasma da depressão reapareceu. Então, os Superiores decidiram enviá-lo ao hospital civil de Verona como capelão, onde Padre Enrico reencontrou a serenidade e o equilíbrio.
Durante 32 anos, Padre Enrico trabalhou generosa e incansavelmente junto a seus enfermos, inicialmente em Verona e, logo depois, em Cremona. Como obras de caridade, ele organizou o voluntariado no hospital e visitas em domicílio; foi tesoureiro da clínica e Superior em várias ocasiões ao longo de doze anos, sem conhecer maiores problemas.
Durante a “noite escura” de suas crises depressivas, Padre Enrico via como única luz o valor do serviço ao enfermo, “até morrer por ele”. Empenhava-se em sublimar-se no amor de Deus, até o limite de suas forças:  “Vivo porque é Jesus quem vive em mim, Ele que é a caridade e a luz junto à aptidão para o serviço destinado não a mim, mas ao próximo, para a glória do Coração de Jesus, e elevo os olhos apenas para ver nos enfermos o templo de Jesus: eu, Seu servo e escravo, oro incessantemente por eles, por quem entrego meu coração, como fazia o Senhor Jesus. Desejo que todo o meu ser seja consumido para que meus próximos se unam a Deus, desejo fazer por eles cada uma das minhas com o máximo fervor possível.
Padre Enrico foi um capelão heróico nas suas atividades quotidianas, um religioso sempre fiel a Deus a aos próximos a ele confiados; distinguiu-se quando o hospital de São Camilo de Cremona, durante a I Guerra Mundial, tornou-se hospital militar, acolhendo muitos jovens soldados feridos que vinham das frentes de batalha.
Aos 78 anos de idade, Padre Enrico começou a perder as forças, e escreveu a respeito. Um breve resfriado se transformou numa broncopneumonia. Pediu então o Óleo dos Enfermos, o perdão de todos e que rezassem por ele. Na mesma noite recebeu também a Sagrada Eucaristia. Logo entrou em oração, tendo os braços cruzados sobre o peito, e nesta posição morreu, em 10 de maio de 1938. Foi beatificado em 4 de maio de 1997 pelo Papa João Paulo II. 

Tradução e Adaptação:
Gisèle Pimentel

Ver também: São Damião de Veuster, Apóstolo dos Hansenianos

Fontes:

sábado, 8 de maio de 2010

Beato Estêvão Grelewski, Sacerdote, Mártir (+ 1941), 09 de Maio

Estêvão Grelewski estudou no Seminário de Sandomierz (Sandomir) até 1916, entrando depois para a Universidade Católica de Lublin. Foi ordenado sacerdote em 1921. Em seguida, fez Doutorado em Direito Canônico na Faculdade Católica de Strasbourg, na France, obtendo o grau de Doutor em 1924. Padre Estêvão se ocupava das paróquias polonesas da Alsácia, onde viviam grupos de operários imigrantes poloneses.
Quando voltou para a Polônia, tornou-se secretário geral da Ação Católica Operária de Radom, próximo a Sandomir. Ele escrevia artigos para diversas publicações na Polônia e se correspondia em alemão e em francês com outros intelectuais católicos que viviam no exterior. Padre Estevão colaborava com o Correio de Varsóvia, com a Voz do Povo e com jornais católicos. Escreveu também diversas obras sobre o protestantismo e as seitas na Polônia e sobre as verdades católicas.
Seu zelo apostólico acabou chamando a atenção dos ocupantes nazistas, durante a II Guerra Mundial. Padre Estêvão foi preso em 1941 com seu irmão, o Abade Casimiro Grelewski (1907-1942). 
Ambos foram deportados para o campo de concentração de Dachau, na Baviera (Alemanha) onde acabaram morrendo – Padre Estevão, vitimado pela fome, e seu irmão, Abade Casimiro, enforcado. No campo de concentração de Dachau, uma “área sacerdotal” foi criada; ali ficaram encarcerados 2.720 ministros religiosos, dos quais 1.034 acabaram morrendo; destes, 868 eram sacerdotes ou religiosos católicos poloneses.
Os dois irmãos sacerdotes, Estevão e Casimiro Grelewski, foram beatificados, com outros mártires da II Guerra Mundial, pelo Papa João Paulo II em 1999, na Polônia.


Fontes :

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Beata Franziska Ulrika Nisch, Religiosa, Cozinheira, Mística (+1913), 08 de Maio

Nome: NISCH
Prenome: Franziska (Francisca)
Nome religioso: Ulrika
País: Alemanha
Nascimento: 18 de setembro de 1882, em Oberdorf-Mittelbiberach (Souabe)
Falecimento: 08 de maio de 1913, em Hagne (Bade)
Estado Civil: Religiosa.
Nota: Irmã da Santa Cruz de Ingenbohl (1904). Cozinheira em à Bühl e depois em Baden-Baden. Favorecida com graças místicas.
Beatificação: 1º de novembro de 1987, em Roma, pelo Papa João Paulo II.
Canonização: Ainda não ocorreu.
Festa: 8 de maio.
Ref. no l’Osservatore Romano: 1987 nº.45.
Ref. na Documentação Católica: 1987 pg.1117.

Hagiografia :
Franziska (Francisca) Nisch nasceu de uma relação fora do casamento, em 1882, pois recusaram a seus pais a autorização para se casarem, o que aconteceu mais tarde. Ela veio ao mundo num pequeno vilarejo de Souabe Oberdorf-Mittelbiberach (Alemanha). A pequena «Franzi» foi criada por sua avó e por sua madrinha, que lhe dispensaram todo o afeto que ela não encontrou junto a seu pai, que era muito duro com ela, mas a quem ela sempre obedecia. Na escola, Franzi quase não se destacava, um pouco «bobinha», freqüentemente quebrando as coisas, solitária, simples, piedosa e sempre amável. Como sua família era pobre, Franzi, junto com seus irmãos e irmãs mais novos, conseguiam arrecadar alguns donativos junto às pessoas das redondezas: pão, ovos, frutas. Sempre adoentada, ela falta muito às aulas e seus resultados acabam não sendo muito bons. 



Após terminar os estudos primários, Franziska, já aos doze anos, foi transferida para diversos lugares. Finalmente foi admitida como empregada na casa de uma família em Rorschach, na Suíça. Caiu doente, tuberculosa, e precisou ser internada. No hospital, foi tratada com grande carinho e bondade pelas Irmãs de Caridade de Ingenbohl, tanto que Franziska decidiu entrar para a congregação delas. Foi recebida em Hagne, onde elas possuíam uma casa provincial. Irmã Ulrika é o nome religioso que Franziska adota. Ela trabalha como auxiliar de cozinha em  Bühl, depois em Baden-Baden. 



Irmã Ulrika aceitava todos os serviços, muitas humilhações e sofria com terríveis dores de cabeça, mas jamais se queixava. Às vezes, ela se sentia em meio a trevas durante suas orações. “Essas penosas experiências conduzem Irmã Ulrika a uma serenidade de coração que lhe permite ver nas menores coisas a mão paternal de Deus, e acolher cada instante da sua vida com uma gratidão de criança” (João Paulo II). Irmã Ulrika reza dia e noite. Tudo para ela se transforma em oração. Ela tem a graça de receber visões místicas. Junto dela, as pessoas se sentem como se estivessem no Paraíso.


Adoecendo novamente devido à tuberculose, Irmã Ulrika é levada à casa provincial, em Hagne, onde morre aos 31 anos, em 1913. Quando decidem escrever sua biografia, algumas pessoas se espantam, pois não vêem onde residiria sua santidade. Aliás, os títulos das primeiras publicações são eloqüentes: “A santa do nada”, “A santa das marmitas”, “A voz silenciosa”. Mas os fatos falam por si só: seu túmulo está sempre florido e inúmeros testemunhos dão provas de graças alcançadas por sua intercessão. Vale notar que Irmã Franziska Ulrika foi beatificada antes da fundadora da sua congregação, Madre Marie-Thérèse Scherer, outra grande santa. 

 


Tradução e Adaptação :
Gisèle Pimentel

Ver também : Santa Madalena de Canossa


Fontes :

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Santo Agostinho Roscelli, Presbítero, Fundador (+1902), 07 de Maio

Nasceu na pequena cidade de Bergone di Casarza Ligure, Itália, no dia 27 de julho de 1818. Durante sua infância, foi pastor de ovelhas. A sua família, de poucos recursos, constitui para ele um exemplo de fé e de virtudes cristãs. 

Aos dezessete anos, decide ser padre, entusiasmado por Antonio Maria Gianelli, arcebispo de Chiavari, que se dedicava exclusivamente à pregação aos camponeses, e hoje está inscrito no livro dos Santos. Em 1835, Agostinho vai para Gênova, onde estuda enfrentando sérias dificuldades financeiras, mas é ajudado: pela sua força de vontade, oração intensa e o auxílio de pessoas de boa vontade. 
É ordenado sacerdote em 1846, e enviado para a cidade de São Martino d´Alboro como padre auxiliar. Inicia o seu humilde apostolado à serviço de Deus, dedicando-se com zelo, caridade e exemplo ao crescimento espiritual e ao ministério da confissão. 
Agostinho é homem de diálogo no confessionário da igreja genovesa da Consolação, sendo muito procurado, ouvido e solicitado pela população. Sua fama de bom conselheiro corre entre os fiéis, o que faz chegar gente de todas as condições sociais em busca de sua ajuda. Ele passa a conhecer a verdadeira realidade do submundo.
Desde o início, identifica-se nele um exemplo de sacerdote santo, que encarna a figura do "pastor", do educador na fé, do ministro da Palavra e do orientador espiritual, sempre pronto a se doar na obediência, humildade, silêncio, sacrifício e seguimento dócil e abnegado de Jesus Cristo. Nele, a ação divina, a obra humana e a contemplação fundem-se numa admirável unidade de vida de apostolado e oração. 
Em 1872, alarga o campo do seu apostolado, interessando-se não só pelas misérias e pobrezas morais da cidade, e pelos jovens, mas também pelos prisioneiros dos cárceres, a quem leva com afeto o conforto e a misericórdia do Senhor. Dois anos mais tarde, passa a dedicar-se inclusive aos recém-nascidos, e em favor das mães solteiras, vítimas de relações enganosas, dando-lhes assistência moral e material, inserindo-as no mundo do trabalho honesto. 
Com a ajuda de algumas catequistas, padre Agostinho passa à ação. Nasce um grupo de voluntárias, e acolhem os primeiros jovens em dificuldades, para libertá-los do analfabetismo, dando-lhes orientação moral, religiosa e também, uma profissão. E a obra cresce, exatamente, porque responde bem à forte demanda social e religiosa do povo. 
Em 1876, a partir dessa obra funda a congregação das Irmãs da Imaculada, indicando-lhes o caminho da santidade em Maria, modelo da vida consagrada. Após o início difícil e incerto, a congregação se consolida e se difunde em toda a Itália e em quase todos os continentes. 
A vida terrena do "sacerdote pobre", como lhe costumam chamar, chega ao fim no dia 07 de maio de 1902. O Papa João Paulo II proclama Agostinho Roscelli santo no ano de 2001.

Ver também: Beata Maria Luísa de Jesus

Fontes:

Beato Henryk Kaczorowski, Sacerdote, Mártir (+1942), 06 de Maio

Henryk Kaczorowski (pronuncia-se Katchorovski) nasceu em 10 de outubro de 1888 em Bierzwienna, na província de Vístula (Polônia), incorporada ao Império Russo em 1868 após os motins de 1863. Henryk fez seus estudos no Liceu de Kalisz.

Aos 20 anos, entrou para o Seminário de Wloclawek (pronuncia-se Vlotslavek), na região de Cujávia, a Noroeste de Varsóvia. A região havia sido administrada pela Prússia no Século XVIII e, desde 1815, estava sob o comando da Rússia. Em 1913, Henryk completou seus estudos em Teologia na Academia Teológica de São Petesburgo, onde foi ordenado sacerdote em 13 de junho de 1914, pouco antes do início da I Guerra Mundial.
Henryk tornou-se padre diocesano em Kalisz, cidade duramente bombardeada pelo exército austro-alemão, que ocupou a Polônia a partir de 1915 até novembro de 1918, quando a guerra acabou. Em 1915, Padre Henryk passou nove meses no santuário de Lichen, no local das aparições da Virgem Maria, e isso aumentou ainda mais a sua devoção marial e seu ardor patriótico. Em 1916, tornou-se vigário na cidadezinha de Sulmierzyce.
Ele só pôde retomar seus estudos em 1918, em Lublin, e produziu sua tese sobre São Tomás de Aquino, obtendo seu Doutorado quatro anos mais tarde. Padre Henryk havia terminado seus estudos no momento em que a nova república polonesa terminava suas lutas, por novas fronteiras, contra seus vizinhos (em particular, a União Soviética).
Tornou-se Professor de Teologia Moral no Seminário de Wloclawek (onde então estudava o futuro Cardeal Wyszynski) e Reitor do Liceu Diocesano Pio X. Foi também redator da revista “O Ateneu Sacerdotal” e, a partir de 1928, Reitor do Seminário. Em 1930, Padre Henryk foi nomeado Cônego da catedral e, em 1939, Prelado Pontifical.
Considerado como um modelo de espiritualidade sacerdotal, Padre Henryk era um homem de Deus e da Igreja. Cuidava da cultura e da formação teológica e moral de seus seminaristas. Por meio de sua revista, ele mantinha correspondência com inúmeros teólogos estrangeiros.
Em setembro de 1939, no início da II Guerra Mundial, a Polônia foi ocupada pelo exército alemão (nazistas). Correndo perigo, Padre Henryk permaneceu no Seminário com os demais professores. Porém, foi preso em 7 de novembro daquele ano, como dezenas de milhares de outros representantes da elite intelectual polonesa. Ficou detido no Seminário Salesiano de Lad, que agrupava os religiosos e sacerdotes aprisionados daquela região. Mais tarde, em 1941, foi deportado com o Beato Michel Kozal, Bispo Auxiliar de Wloclawek, e outros religiosos para Dachau. Doente e enfraquecido, Padre Henryk foi morto numa câmara de gás em 6 de maio de 1942.
Pouco antes, ele disse a seus companheiros de prisão: “Orem por nós a fim de que permaneçamos fortes e que possamos também orar por vocês. Que Deus esteja com vocês!”
Foi beatificado pelo Papa João Paulo II com outros 107 mártires poloneses da II Guerra Mundial, em 13 de junho de 1999, em Varsóvia (Polônia).

Tradução e Adaptação :
Gisèle Pimentel

Ver também: Santo André Kim e 102 Companheiros / São Domingos Sávio

Fonte :

terça-feira, 4 de maio de 2010

São Vicente Ferrer, Presbítero (+1419), 05 de Maio

Religioso ibérico, nasceu em Valência em 23 de Janeiro de 1350 e faleceu em Vannes, Bretanha, em 5 de Abril de 1419.

Em 1340 o pai de Vicente, Guilherme Ferrer casou-se com Constância Miguel, cuja família também tinha sido integrada na nobreza durante a conquista de Valência. Vicente foi o quarto filho do casal. Um seu irmão, Bonifácio Ferrer, foi Superior dos frades Capuchinhos e realizou importantes missões diplomáticas para o antipapa Bento XIII.
Vicente foi educado em Valência e completou os estudos em filosofia quando tinha quatorze anos. Em 1367 entrou na Ordem Dominicana e no ano seguinte foi enviado para a casa de estudos de Barcelona. Em 1370 ensinou filosofia em Lérida. Um dos seus alunos foi Pierre Foulup, posteriormente Grande Inquisidor em Aragão.
Em 1373 São Vicente regressa ao "Studium arabicum et hebraicum" dos Dominicanos em Barcelona. Em 1377 foi enviado a Tolosa para prosseguir os seus estudos. Em 1379 Vicente trabalhou com o Cardeal Pedro de Luna, legado da Corte de Aragão e futuro antipapa Bento XIII, e que trabalhava para obter a obediência do Pedro IV para com Avignon. Totalmente convencido da legitimidade dos argumentos dos pontífices de Avignon, foi um dos seus maiores entusiastas. De 1385 a 1390 ensinou teologia na escola da Catedral de Valência.
Em Salamanca, a rainha Yolanda de Aragão escolheu-o por confessor, entre 1391 e 1395. Durante esse período foi citado pela Inquisição por pregar publicamente que «Judas fez penitência». No entanto o seu protector, Pedro de Luna, recentemente nomeado antipapa Bento XIII, chamou o caso a si e queimou os documento do processo. Bento XIII chamou-o a Avignon e nomeou-o seu confessor, tendo, mais tarde Vicente recusado ser nomeado cardeal.
Durante os vinte anos seguintes, São Vicente Ferrer percorreu toda a Europa pregando, afirmando em especial a necessidade de conversão por causa do juízo final. Foi canonizado pelo Papa Calisto III na igreja dominicana de Santa Maria Sopra Minerva, em Roma, a 3 de Junho de 1455.


Ver também: Santo Ângelo
http://hagiosdatrindade.blogspot.com/2009/05/santo-angelo-presbitero-martir-5-de.html

Fontes: